Não se apegue ao seu estilo de apego

Nossa mente é equipada com múltiplas ferramentas para nos proteger de sofrimentos e dor. Os estilos de apego são mecanismos comportamentais e mentais que emergem em nossa consciência para nos defender de situações críticas onde precisamos proteger nossa saúde mental. Essa estrutura revela como nossas experiências infantis podem moldar a maneira como estabelecemos laços românticos, segundo seus criadores John Bowlby e Mary Ainsworth.

Vamos lá! Nesse quesito, não há certo ou errado, porém estima-se que cerca de 50% das pessoas são, digamos, “seguras”, ou, capazes de expressar vulnerabilidades com calma; os demais, dividem-se em “evitantes” (25%), que preferem manter uma independência excessiva (muitas vezes entendida pelo parceiro(a) como descaso ou desinteresse), e “ansiosos”, que reagem com raiva para mascarar inseguranças, buscando detalhes e validação o tempo todo.​

Em relacionamentos, estar com uma pessoa “evitante” pode ser frustrante… já que tentamos aproximação, mas quando o assunto toca na parte de sentimentos e questões íntimas… aí meus amigos, é igual peixe ensaboado. Fogem da intimidade a todo custo ao se sentirem ameaçados. Na outra ponta, temos os ansiosos. A ferramenta aqui é a acusação para evitar expor o medo do amor não ser correspondido; também surge um certo nível de controle excessivo e stalking (vigilância) digital. 

Lembrando que todos os três são traços e formatos de apego, podendo se apresentar de maneira mais forte ou mais branda de acordo com a situação. E ninguém está fadado a um determinado rótulo. Podemos muito bem nos transformar, atenuar, ou, até mesmo, eliminar certas respostas comportamentais desde que se busque ajuda e apoio de quem nos ama.

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eu_2026

Minha convicção é de que podemos nos transformar e reinventar nossas trajetórias quantas vezes forem necessárias! Trago na bagagem formação em comunicação social, jornalismo, pós graduação internacional, um bom tempo vivendo fora do Brasil, formação em reiki, professor de artes marciais e, claro, estudante de psicologia. Meu papel aqui no Sunas é produzir conteúdo, propor conexões diretas e propositivas, auxiliando a todos aqueles que tiverem interesse e sentirem essa vontade. Deixo aí o meu convite!

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