Conviver com pessoas estressadas é um desafio silencioso da vida moderna. No trânsito, no trabalho, dentro de casa ou até nas redes sociais, o estresse se tornou quase um idioma universal. O problema é que, quando não sabemos lidar com isso, acabamos absorvendo tensões que não são nossas e isso impacta diretamente nossa saúde mental.
Em um mundo acelerado, aprender a se proteger emocionalmente é tão importante quanto cuidar do corpo.
Reconheça os gatilhos e entenda que o estresse do outro não é sua responsabilidade
Na maioria das vezes, a pessoa estressada não está reagindo a você, mas às próprias frustrações, medos e sobrecargas internas. Problemas financeiros, cobranças profissionais, conflitos familiares e cansaço emocional costumam ser os principais gatilhos.
É comum tentarmos “resolver” o humor do outro, mas isso gera desgaste. O primeiro passo é aceitar que você pode oferecer compreensão, mas não pode controlar as emoções alheias. Criar limites emocionais evita culpa, ansiedade e esgotamento.
Pratique empatia, mas preserve sua energia
Ouvir com atenção é um gesto poderoso. Muitas pessoas só precisam desabafar. Porém, quando esse desabafo vira agressividade ou reclamação constante, é sinal de alerta.
Você pode acolher sem se deixar contaminar. Se sentir que a conversa está pesada, respire fundo, mude o foco ou se afaste por alguns minutos. Cuidar da própria energia emocional não é frieza é maturidade psicológica. Aprender a dizer “agora não posso conversar sobre isso” também é um ato de amor-próprio.
Fortaleça seu equilíbrio emocional diariamente
Quanto mais você cuida de si, menos o estresse externo te afeta. Pequenas práticas fazem diferença: caminhar, ouvir música, escrever sentimentos, rezar, meditar ou simplesmente ficar em silêncio.
Dormir bem, manter uma alimentação equilibrada e reduzir o tempo nas redes sociais também ajudam a diminuir a sobrecarga mental.





