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Filha adolescente homossexual

Sou mãe de uma filha única, gestada na minha barriga com todo o amor que poderia caber no meu coração. A chegada dela foi muito celebrada por toda a família e amigos. Sempre tivemos uma conexão muito forte. Sempre tive muito cuidado com o ambiente da casa, tipos de músicas e programas de TV para preservar ao máximo a infância dela. Eu e meu marido sempre procuramos ser pais muito presentes e sempre cultivamos um ambiente estável para nossa família. Minha filha era uma bebê encantadora, muito linda chamava a atenção de tão linda. Todos comentavam. Me paravam no shopping para dizer como ela era linda.

Quando ela tinha uns 5 ou 6 anos peguei minha filha usando meu celular de madrugada. Ela tinha instalado um aplicativo mostrando posições sexuais gays.Fiquei horrorizada! Conversei com ela e pedi que nunca mais fizesse aquilo. Fiquei devastada com aquilo. Fiquei querendo saber como ela teve contato com algo que tenha despertado a curiosidade dela sobre isso.

Aos poucos, minha filha foi mudando o gosto pelas roupas. Com 8 anos, a minha menininha que se vestia como uma boneca, com roupinhas coloridas, não queria mais usar vestidos nem roupinhas femininas. Só queria usar, short, blusa de malha e tênis. Uma briga para sair de casa, ir a aniversário, etc.

Com 9 anos ela conheceu a banda Fifith Harmony, uma girls band, e virou fã. Eu já monitorava todo o conteúdo que ela acessava na internet por uma questão se segurança mesmo. Foi quando me deparei com um histórico de sites com gays e lésbicas. Enlouqueci! Briguei com ela severamente, botei de castigo e disse que aquilo não era pra ela. Fiquei paranóica, mas entrei na negativa.

Depois a flagrei se masturbando várias vezes. Também não lidei nada bem com isso. Até que aos 10 anos peguei uma carta dela dizendo que era apaixonada pela melhor amiga dela. Deus sabe o que eu senti nesse dia. Surtei! Eu chorava, berrava e urrava desesperada! Me sentindo um fracasso de mãe. Me perguntando onde eu errei.

Na carta ela dizia ser bissexual. Como uma criança de 10 anos pode se afirmar quanto à sexualidade desta forma??? O pai era sempre mais tolerante com ela nestas situações. Tirei o celular dela por 1 ano e rasteava tudo que ela assistia e via na internet.

Agora ela tem 13 anos. De lá pra cá tem acontecido vários episódios de clara demonstração que ela tem interesse por meninas. A mãe de uma das amigas, muito minha amiga também me chamou para conversar. Minha filha já tinha contado para algumas amigas da escola seu interesse por meninas. Fiquei mais arrasada ainda.

Sou cristã e não quero só esquentar o banco da igreja. Quero andar como Jesus andou, viver como Jesus viveu. Hoje ouvindo uma reflexão sobre perdão, eu senti que deveria pedir perdão à minha filha. Ela é uma ótima menina, muito bem relacionada na escola, querida pelos professores, os pais das amigas gostam muito dela. Ela tem muito senso de responsabilidade e é boa aluna.

Tomei coragem e perguntei pra ela se algum dia ela tinha se decepcionado comigo, porque eu queria pedir a ela se algum dia eu a feri e a magoei. Ela não me disse uma palavra, mas chorou silenciosa e profundamente. Mesmo dizendo que ela poderia me dizer qualquer coisa que quisesse, ela apenas acenou afirmativamente com a cabeça quando eu insistia para ela me dizer se ela tinha alguma mágoa de mim.

Eu devo ter dito umas duzentas vezes: Filha, eu amo você do jeito que você é.

Não adianta mais tapar o sol com a peneira, eu vou ter que aprender a lidar com isso. Meu coração está sangrando, minha alma está doendo de saber que minha filha tão linda, de apenas 13 anos se reconhece como lésbica (eu tenho pavor dessa palavra, tenho nojo, raiva, asco até de pensar).

Mas vai doer muito mais se eu perder a minha filha. Estou em oração para que Deus trabalhe no meu coração para eu realmente aceitar a minha filha como ela é. Hoje, eu só consigo chorar.

Escrever aqui me fez bem.

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agosto 10, 2020
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  • Sunny

    Oi, analuz. Já conferiu o novo design do seu perfil? 😊 Foi feito com muito carinho, espero que goste. Um beijo, Sunny 💕

  • Ana99

    Olá Analuz! Creio que você está pressionando demais a sua menina, eu entendo que você está confusa com tudo o que está acontecendo mas a sua filha também! Ela é uma adolescente e essa fase é extremamente difícil, é uma fase de transição e muitas vezes de distanciamento dos pais, de você pressionar demais sua menina ela só vai se distanciar mais de você. Pelo que você relatou ela tem alguma dificuldade em relação à você, magoa, rancor, dificuldade de se sentir amada, não sei! Mas perguntar 20 vezes não vai fazer com que ela se sinta bem pra dizer, só vai se sentir mais acoada, as vezes tentando proteger demais os filhos nós acabamos fazendo com que eles se sintam presos, também sou cristã e acredito no versículo que diz “ensine a criança no caminho que deve andar e quando crescer não se desviará dele” o versículo não diz que devemos obrigar nossos filhos a fazer o que queremos mas INSTRUIR, conduzir. É muito difícil dialogar com uma adolescente, tente falar com ela de forma calma, se ela não conseguir dizer, peça pra que ela escreva em um papel ou alguma forma que ela se sinta mais a vontade, não deixe sua filha pensar que ela não pode se aproximar de Deus ou que ela é uma abominação, você precisa ser mais madura nesse momento e se preocupar em restituir o seu relacionamento com ela mais do que com a sexualidade dela. Leve ela na terapia e faça junto com ela, pra vocês duas juntas conseguirem sanar as mágoas que existem entre vocês e construir uma relação de mãe e filha saudável, já tive uma relação horrível com a minha mãe, tudo que eu queria era ter conseguido expor minhas mágoas naquela época, mas não consegui. Não perca sua filha, reconstrua a relação de vocês em diálogo e confiança! Abraços!!! Deus abençoe e guarde vocês duas ♥️♥️

  • Camargo1

    Aceite sua filha como ela é. Na minha opinião Jesus ama todos exatamente como são. E não é sexualidade que define o que é pessoa é. Sua filha vai precisar muito do seu apoio. Não pensa no que os outros vão dizer, esqueça isso. O que realmente importa é a sua filha ser feliz do jeito que ela é. Não viver para agradar pessoas que não sabem o que ela sente na pele.

  • meolwn

    Olá Analuz! Gostaria antes de tudo de dizer que admiro sua coragem de conversar com sua filha. Bom, tenho que deixar alguns tópicos importantíssimos aqui: -ser LGBTQ+ não é uma opção, você deve saber que não temos opção de nos apaixonar. -crianças gays nascem gays e isso não pode ser influenciado. Caso desacredite disso, posso te dar muitos exemplos: eu sempre tive muita influência heterossexual na minha casa. Meus pais, minha irmã, minha família toda. Os filmes sempre foram príncipes e princesas juntos, casando, tendo filhos que também eram heteros. Mas mesmo assim, eu já me apaixonei por uma garota. Eu sou pansexual, ou seja, sinto atração por todos os gêneros. A adolescência é uma grande fase e é também muuuito difícil, pois os filhos descobrem a masturbação, o prazer, os amores, a sexualidade, a pornografia, tudo. Os pais devem ter consciência de que infelizmente -ou não- isso não é uma coisa controlável. Eles vão ter que crescer. Eu, como exemplo, sou pan desde que sentia atração pela Rapunzel, mas também pelo namorado dela, desde quando gostava de princesa e o sapo porque queria beijar ambos, desde que tinha curiosidade sobre isso. E, bem no fundo, eu acho que já sabia. Quando estão se descobrindo, os filhos precisam muito do apoio dos pais, pois já é difícil o suficiente ter que passar por toda a confusão da sexualidade. Espero que sua relação com sua filha esteja melhor agora e talvez eu tenha chegado tarde demais, mas desejo boa sorte. Beijos de luz!

  • easy.izzie

    Oi, Analuz, tudo bem? Talvez seja um pouco tarde para responder, mas senti que deveria fazer isso. Eu não sou heterossexual, e aceitei isso há um bom tempo, apesar de ainda me encontrar em conflitos quanto a mim mesma. No início, quando entendi o que tudo aquilo queria dizer, fiquei apavorada também. Tinha diversas questões na minha mente: "O que minha mãe vai pensar de mim?" "Será que serei excluída na escola?" "Será que meu pai ainda vai rezar para que eu vá pro Paraíso?". Enfim, muitas dúvidas na cabeça de uma criança de 11 anos... Rezava todos os dias pra Deus tirar aquilo de mim, rezava pra me apaixonar por um menino e me casar e ter filhos "como uma pessoa normal". Até que resolvi conversar com a minha mãe, que tamb´pem é uma pessoa bastante espiritual. Contei tudo. Como eu me sentia insegura, e como eu realmente gostava de outras meninas. Eu recebi um "tudo bem." Dei um tempinho pra ela pensar, e no dia seguinte ela veio, me abraçou e me disse que realmente estava tudo bem, que o que importava era o amor, a sinceridade e a minha bondade quanto pessoa. Desde então, penso que não importa se eu gosto de uma mulher ou de um homem, o que importa é o amor que eu sinto, e olha... ele é lindo, e não é pouco! Jesus não gosta do ódio, do preconceito, do julgamento. Afinal, Jesus é amor. E é só isso que a sua filha, eu, e muitas outras pessoas sentimos. Te entendo muito bem por ter esse medo, tanto que até eu tive! Espero profundamente que Deus ilumine a sua família e que você fique bem quanto a isso. Lembre-se de que o fato de sua filha ser bissexual não é tudo que ela é. Isso só diz respeito a uma parte dela, e é, sim, uma parte especial, que como disse, diz respeito ao amor. Beijos, Ana! Tudo de bom! <3

  • Biaa

    Oii Analuz! Então, eu como uma garota homossexual, gostaria de te dizer que sua atitude de conversar com sua filha foi muito bonita, e acredite que foi muito importante pra ela, infelizmente meus pais não são assim, mas eu quero te dizer que ser homossexual não tem nada de ruim, ela apenas ama uma pessoa, ela ama, da mesma forma que você ama/amou seu marido, e o fato dela conseguir sentir amor é algo magnífico, porque nem todos conseguem e isso sim é uma coisa triste, espero que você consiga desconstruir esse conceito de que homossexualidade é uma coisa "ruim, nojenta, pavorosa" mas saiba, que sua atitude de apoiar a sua filha foi muito importante, e é com esse tipo de esforço, que vamos conseguir tornar as coisas mais justas para nós, que só queremos ser quem somos, obrigada pela sua atitude!

  • Jay.S

    Oi Analuz, então, me identifiquei um pouco com a sua filha... Tentei conversar com minha mãe quando eu tinha 17 anos e foi uma das piores experiências da minha vida, por isso te respeito muito e acho você uma mãe incrível por ter ido conversar com sua filha! O que mais me doeu sempre foi pensar que, se nem minha mãe me amava, quem mais me amaria? Durante um tempo tive medo das pessoas saberem, delas me olharem estranho do mesmo jeito que minha mãe. Eu não tinha coragem de desabafar com os outros e era uma solidão muito grande.. Por isso mesmo, de novo, eu falo que sua atitude de querer entender e estar com ela é ótimo! Ela ainda é jovem e você não pode mudar ela, mas pode ensinar a se amar e se sentir bem com quem ela é! Você tem a oportunidade de ser o porto seguro dela, de inspirar ela a ser uma mulher forte e independente, sem ela ter medo de te falar as coisas. Desejo tudo de melhor pra vocês e que continuem sendo uma família unida e amorosa.

  • Sther

    Querida Analuz, A sexualidade é algo inerte ao ser, se parar um pouco e se questionar, você perceberá que em nenhum momento escolheu ser uma mulher hétero por exemplo, do mesmo jeito que sua filha não escolheu a orientação dela. Não sou mãe, e não faço parte da comunidade LGBTQIA+, mas tenho uma família extramamente religiosa como a sua, e tenho uma pessoa da família que sofre o mesmo drama de sua filha, e posso lhe dizer, do mesmo modo que você está sofrendo sua menina também está. Sei que tu deves acreditar que ser homossexual é errado por conta de tua religião, mas espero que pense que teu Deus prega o amor. Pense... o que é mais justo: amar ou odiar? Jesus pregou o amor, a si próprio e aos demais, lute para entender isto. Tente entender sua filha e não culpa-la, nenhuma de vocês e culpada de nada. Não tente muda-la, isso só traria mais problemas para ambas! Você poderia tentar conversar com ela por uma carta, por exemplo, já que -sinto muito em destacar isto- sua filha guarda muito rancor em relação a você, diga a ela o que sente, explique que você não entende e etc, e peça pra que a mesma fale como ela se sente, ou ouça o que ela tem para te ensinar. Você também pode procurar vídeos ou algo falando sobre a comunidade lgbt+ para entender que não há nada de errado. Não desista da sua filha, porque se fizer isto ela desistira dela mesma. Dê amor e o receberá de volta! Espero que consiga entende-la e pregar o amor que Jesus quer que tu pregues!

  • edsonaas

    Olá, Analuz. Vou te resumir minha história. Tenho 28 anos e me assumi homossexual aos 14 anos. Minha mãe, uma católica fervorosa que só teve um filho, idosa, cheia de primas com filhos casados e com netos, surtou quando me assumi. Comecei com problemas na escola e depois veio para dentro de casa por que uma coordenadora chamou minha mãe para conversar e aconselhou um psicólogo. Fui, minha mãe me amaldiçoou muito naquela época. Foi muito triste. Tenho cicatriz até hoje. Até expulso de casa eu lembro que fui. Uma época de trevas. Mas os anos passaram e eu fui me afirmando como quem eu sou. Eu nunca fui diferente. Você questiona como alguém tão novo pode sentir isso e eu digo que sim, sentimos. Sentimos e é muito estranho. Muito esquisito. Não entendemos nada de nós mesmos e muito menos a reação das pessoas de fora. Por isso hoje em dia eu digo: muito cuidado com o que você fala para um filho ou para um jovem. Nossa cabeça vai na lua e volta. Hoje em dia eu e minha mãe temos uma relação maravilhosa. Amigos e confidentes. Ela aprendeu a me respeitar pelo o que eu sou. Continua católica fervorosa, mas hoje em dia viu o homem que eu me tornei e nós nos encaixamos. Tudo isso é complicado, eu sei. Hoje em dia tenho outra cabeça e vejo o quanto é difícil. Mas com amor tudo se resolve. Tudo! Tudo é questão de tempo, muita conversa e compreensão. Mas lembre-se: a culpa não é sua, a culpa não é dela a culpa não é de ninguém. Ninguém tem culpa de nada. Com paciência e aceitação tudo se resolve. Você não deixará de ser cristã por apoiar e amar sua filha, muito pelo contrário. Você só vai estar praticando o que nosso Jesus trouxe para a terra e que todos deveriam aprender. Ame! Você fala de maneira muito apaixonante pela sua filha no início do seu texto, não deixe que isso morra. Traga ela para você. O mundo é cruel demais para nós não termos amor em casa. Nossa casa é nosso porto seguro. Faça com que ele seja o porto seguro da sua filha! Fique bem, amada!

    • analuz

      Querido Edsonaas, agradeço por sua linda mensagem. Estou em constante oração e de coração aberto para aprender a conviver com essa situação. Obrigada por ter dedicado seu tempo e sua atenção para me responder. 🙏

  • Hellen Karl Guimarães

    Bom dia, Analuz. Situação muito delicada a sua. Mas você deu um passo um importante, que é tomar ciência de que deverá aceitar a realidade da opção sexual de sua filha e que quanto mais rejeitada ela se sentir, mais se afastará de você. Mas quero te dizer que o fato de ela ser homossexual ou bissexual não anula o fato de ela ser a filha linda que você sempre conheceu. Ela sempre será sua filha, e você a conhece desde sempre, sua opinião positiva sobre ela não precisa mudar por causa da sexualidade dela. A sociedade faz uma supervalorização das polaridades sexuais, ou se é homem ou mulher, tudo e qualquer coisa que não se encaixe perfeitamente nessa regra causa estranhamento para as famílias cristãs, mas a verdade é que Jesus perdoou a todos, e não tinha preconceitos, raivas de quem era diferente. Amou a todos por igual. Assim como você ama sua filha, saberá continuar admirando-a pelo ser humano que é. Às vezes planejamos tão bem o nosso futuro, estamos tão encantadas com os sonhos que se realizam que quase esquecemos de pensar que nem tudo pode sair como o planejado... Talvez você não estivesse pronta para algo tão marcante e desafiador como ter uma filha homossexual. Saiba que é muito difícil para ela também, pois a sociedade é preconceituosa, machista, ela provavelmente enfrenta inúmeros preconceitos ao assumir quem verdadeiramente é. E isso é bom motivo para se orgulhar dela. Tenha calma, respire fundo e continue assim, apoiando e aceitando sua filha. Um abraço!

    • edsonaas

      Olá, Hellen. Sempre que você for falar sobre sexualidade, use o termo orientação e não opção. É "orientação sexual" de um indivíduo. As pessoas nascem com essa condição. A palavra opção é variante de escolha. Um abraço.

  • Marcel

    Os tempos mudaram...não estamos mais na idade MÉDIA. Na idade MÉDIA AS PESOAS HOSSEXUAIS OU LÉSBICAS ERAM MORTAS PELA IGREJA CAÓLICA, principalmente condenava muito os homossexuaise e congeneres porque ela mesmo era um armário de homossexuais e para esconder este fato atacava violentamente os desvios sexuais. Era hipócrita! Ame sua filha e deixe ela viver como quer para ser feliz.'Viva e deixe o outro viver'

  • ursinho

    Analuz... a sua filha é a pessoa que Deus quer que ela seja! Lendo suas palavras só consegui pensar que por ela ter se descoberto tão cedo isso fortalece ainda mais o que falei acima.. Ela é assim, nasceu assim, faz parte da essência de quem ela é. Assim como foi um instinto natural seu gostar de homens, foi natural dela gostar de mulheres. E tudo bem.. ela tem amor dentro dela! Seja esse amor direcionado a uma mulher ou a um homem, continua sendo amor! Perdoe a sua filha, perdoe vc mesma! Seja amiga, confidente, apoiadora e esteja ao lado de sua filha! Pode ter ctz que a sociedade já é cruel o suficiente com quem é homossexual.. sua filha merece o seu aconchego e seu apoio❤️ seja mais que mãe, seja amiga e parceira! Lembre-se que quando se trata de amor, não a nada mais bonito do que o amor natural, direcionado para quem seja... Fica em paz, fica tranquila! Sua filha é maravilhosa e o sexo de quem ela ama ou deixa de amar não deve ser fator para desentendimentos.. isso não faz sentido nenhum!!!!! Um grande abraço e um beijão pra sua filha querida❤️

    • analuz

      Muito obrigado por suas palavras de apoio. Senti como se eu tivesse sido abraçada. Gratidão 🙏

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